Resenha: O Mistério do Trem Azul

agathaTítulo: O Mistério do Trem Azul

Autor: Agatha Christie

Ano: 1928

Editora: Nova Cultural, 1986

Sinopse: Um enigma envolvendo crime, mistério e suspense. Um jogo enganador, que mistura pistas falsas e verdadeiras, e onde qualquer um pode ser o assassino… É um jogo inteligente e emocionante, que vai prender o leitor até a última página, de desenlace lógico mais imprevisível.

Sinopse da Wikipedia:  Aventura vivida, em sua maior parte, na Costa Azul – litoral sul da França e Montecarlo – onde os ingleses abastados passavam o inverno. Um milionário norte-americano compra um colar de rubi conhecido como “Coração de Fogo” e presenteia a sua filha, Ruth Kettering. É um colar maravilhoso, muito cobiçado por ladrões e colecionistas. Ruth não é feliz no casamento e se interessa por um ex-namorado com quem não se casou porque o pai foi contra a sua vontade, já que o sujeito não era muito honesto. Visto que o marido da filha também se revelou um aventureiro e arranjou uma amante, o milionário sugere o divórcio e inicia os procedimentos legais para tanto. Durante a viagem no “trem azul” em direção a Nice, Ruth é estrangulada e o “Coração de Fogo” é roubado. Por ironia do destino, um dos passageiros era Poirot, que será encarregado por Rufus Van Aldin, pai de Ruth, de descobrir o assassino. A situação é complexa, mas Poirot contará com a ajuda de outra passageira, Katherine Grey, para resolver o mistério.

Minha opinião:

Esse foi o primeiro livro da Agatha Christie que li, então não vou me aprofundar demais porque eu sei que tem uma galera que é super fã e conhecedora, e acho que eles podem falar melhor do assunto do que eu. Então vou comentar essa primeira experiência do meu ponto de vista.

Eu achei a leitura super agradável! Daquelas que dá vontade de ler só mais um capítulo, só mais um capítulo…. e quando a gente vê já tá no fim do livro. Enfim, é um romance policial, que gira em torno da morte de Ruth Kettering e do furto de uma valiosa jóia, e que apresenta uma situação complexa, onde muitas pessoas são suspeitas. E aí entra em cena o detetive, Hercule Poirot, que vai coletando e apresentando ao leitor pequenas pistas para desvendar o mistério.

Claro que a graça nesses livros é, conforme acontece a coleta de informações, tecer a nossa própria versão dos fatos e tentar desvendar o crime antes que ele seja explicado. Mesmo com todo esse exercício, o final do livro é bem surpreendente.

Não é o tipo de livro que me agrada em cheio e que eu procuro avidamente ler mais do gênero. Mas com certeza se eu encontrar outro livro da Agatha dando sopa por aí (nas prateleiras de amigos) vou querer ler, porque achei a experiência bem interessante.

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